É Natal!

Espírito natalino já domina o mundo; festa reúne famílias

iG Minas Gerais | Tânia Ramos |

Recém-inaugurada árvore da lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio
Gabriel de Paiva/Divulgação
Recém-inaugurada árvore da lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio

Com algumas tradições populares pré-cristãs ou seculares e outras tantas contemporâneas, a maior festa do cristianismo, o Natal, é celebrada hoje pelo mundo afora, independentemente de crenças religiosas. O que difere um país de outro no formato das festividades são as peculiaridades regionais, também estendidas às comemorações natalinas, assim como as datas de trocas de presentes entre familiares e amigos, que vão de 6 de dezembro a 7 de janeiro.

Mais do que uma data santa, o Natal tem-se constituído uma festa da família, responsável por reunir todos os parentes, mesmo os que vivem distantes, em torno da mesma mesa. É o caso, por exemplo, da família Paschoal Santos. “Todos os anos, a família toda se reúne em minha casa para a ceia de Natal. Vêm tios e primos que moram no interior e até meus irmãos que vivem nos Estados Unidos se revezam aqui a cada ano”, comenta Carmem Luiza Paschoal Santos. “Só depois do Natal é que cada um toma um rumo diferente, viajando de férias ou para passar o réveillon fora do país ou na praia”, diz.

Como também não abre mão de estar junta nessa data, apesar de cada irmão residir em uma cidade diferente, a família da médica Edna Maria Lopes de Castro encontrou uma fórmula própria: “Natal sim, outro não, viajamos para passar o Natal na casa de um de nós”, explica Edna, lembrando que já celebraram os festejos natalinos em Bonito (MS), praia de Juquerí (SP), Uberaba (MG) e, aqui, no condomínio Aldeias do Lago. Mas, neste ano, a família resolveu viajar para um hotel em Porto Seguro. “São 45 adultos e 17 crianças”, conta.

Tradições

Centro das celebrações de fim de ano, o Natal é marcado por simbolismos e elementos religiosos ou não, como a árvore de Natal, o presépio, as músicas natalinas, a Missa do Galo, a ceia e a troca de cartões e de presentes. 

A decoração de Natal, originalmente restrita ao interior das casas, ganhou as ruas, tornando as cidades ainda mais bonitas e interessantes por essa época do ano, enquanto a troca de presentes, que tem causado um forte impacto nas economias das cidades, desperta uma polêmica sobre o Natal: para uns, continua sendo uma celebração religiosa-familiar; para outros, virou uma festa consumista.

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