Octávio Neto Neto

Octávio Neto Neto de Pelé e atacante do Guarani

iG Minas Gerais | Antônio Anderson |

Como foram seus contatos com Pelé?

Encontrei uma vez pessoalmente, em Curitiba, e ele foi muito receptivo. Em outra oportunidade, conversamos por telefone. Ele declarou que estava torcendo para que eu conseguisse alcançar o meu sonho de ser jogador de futebol e falou para eu não desistir nunca.

Você é torcedor do Santos por causa do seu avô?

Desde criança eu sempre torci para o Santos. Mas no início não era por causa do meu avô. Eu gostava da cor da camisa do clube. Quando me falaram que o maior ídolo do Santos era o meu avô, aí que gostei ainda mais do clube.

Como é a relação com sua família depois que sua mãe faleceu? É difícil ficar distante dos parentes agora que você está no Guarani?

Converso com meu pai (Ozéas Silva Felinto), minha madrasta (Cristiane Felinto) e meu irmão por telefone ou redes sociais. Meus pais são pastores. Ele trabalha ajudando dependentes químicos e ela (madrasta) é cantora gospel. A saudade é muito grande, mas eles me incentivaram para buscar o meu sonho de ser jogador.

Você vai disputar o campeonato de Minas Gerais, Estado em que seu avô nasceu. O que isso representa?

Tenho laços familiares com Minas Gerais, a família do meu avô é daqui, então, será bem especial para mim poder ter essa oportunidade de disputar a competição de futebol aqui no Estado.

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