A voz Celeste

iG Minas Gerais |

Saudações celestes, nação azul. Ontem, minha prioridade era falar do sorteio da Libertadores, especialidade cruzeirense. Então a SEGUNDA é falar do 6a1o e de algo muito maior do que ganhar Copa do Brasil em cima do rival: a chance de rebaixar seu grande opressor futebolístico. Mesmo com um dia de atraso, vai aqui meus parabéns pelo terceiro aniversário da frustração de levar o Cruzeiro para a Série B. Era a chance de acabar de vez com qualquer argumento celeste, apagaria e igualaria as condições de debate, afinal, tudo que falássemos viria a resposta: “Mas nós rebaixamos vocês.” E não ia mais adiantar falar de todos os nossos títulos. Não adianta falar de 9 a 2 jurássico, mesmo se tivesse acontecido, não teria a mesma importância que essa goleada decisiva para a história. Cruzeiro, desde 1921 na primeira divisão! Time grande não cai!

Avacoelhada

A reestruturação americana precisa começar pelo conselho de administração. Até a denominação dos componentes é confusa. De acordo com Baltazar, em vez de nove presidentes, o conselho é formado por um presidente e oito conselheiros. Independentemente da designação, o mais importante deve ser a definição das funções. O conselho necessita ser mais operacional do que analítico. Cada componente deve ter a respectiva meta, divulgada para a torcida, com o desempenho analisado por uma comissão de sócios-torcedores, conforme previsto no Estatuto do Torcedor. Na parte executiva, trocar o modelo atual por outro mais funcional. Em vez de pagar um superintendente, dividir o salário para contratar dois executivos. Alencar, Francisco Santiago, Paulo Lasmar, Teodomiro, Batista, Euller, Fabiano e Paulo Brant são nomes especulados para o conselho.

A voz da Massa

Saudações alvinegras! O novo presidente do Galo, Daniel Nepomuceno, não poderia ter começado melhor seu trabalho: já anunciou a renovação de contrato de Levir Culpi até o fim de 2015. Ótima notícia! Levir foi o grande responsável pela recuperação do nosso time no segundo semestre deste ano, coroando a temporada com dois títulos importantes: a Recopa Sul-Americana e a Copa do Brasil. O técnico pegou o Galo numa situação complicada, deixada por Paulo Autuori, mas conseguiu restaurar, de forma extraordinária, o padrão de jogo do time. Para mim, a grande jogada de Levir foi ter conseguido resgatar a motivação e a confiança dos jogadores. Hoje o Galo que vemos em campo é um time que tem sangue nos olhos e muita vontade de vencer. Mérito total de Levir. Boa sorte, professor! E que 2015 seja mais uma temporada de grandes conquistas para o Galão!

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