Defensora questiona aparato de operação

Os artesãos reclamam que muitos objetos apreendidos não foram devolvidos

iG Minas Gerais | CAMILA BASTOS |

A defensora pública Júnia Roman Carvalho questiona a forma como a prefeitura fez, em outubro, uma ação de fiscalização, com cerca de 50 agentes e apoio da Polícia Militar. “Não faz sentido uma operação daquela magnitude para lidar com um grupo de artesãos”, disse Júnia, que alega que a ação foi truculenta. Segundo ela, hoje o grupo conta com aproximadamente 30 hippies.

Os artesãos reclamam que muitos objetos apreendidos não foram devolvidos. “Demorou horas para que a gente conseguisse um documento atestando a apreensão”, disse um deles, que se identificou como Pirata. Para ter os objetos de volta, é preciso ir ao depósito da prefeitura e pagar uma taxa, que varia de acordo com o tempo de armazenamento, segundo o gerente de Licenciamento e Fiscalização da Regional Centro-Sul, Cláudio Antônio Mendes.

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