Querendo embalar de vez, Camponesa-Minas pega Rio do Sul, fora de casa

Apenas um ponto distanciam as equipes na tabela de classificação; catarinenses, no entanto, têm dois jogos a menos

iG Minas Gerais | DANIEL OTTONI |

Jaqueline ficará, novamente, como opção no banco de reservas
ORLANDO BENTO
Jaqueline ficará, novamente, como opção no banco de reservas

Depois de duas vitórias seguidas, deixando de vez a parte de baixo da tabela da Superliga feminina, o Camponesa-Minas encara, nesta sexta-feira, o Rio do Sul-Equibrasil-SC. O duelo está marcado para o interior catarinense, a partir das 20h15.

O Minas tem um ponto a mais que as adversárias sulistas, que jogaram apenas cinco vezes no torneio. As mineiras já fizeram sete apresentações.

Depois de encarar adversárias complicadas nos cinco primeiros jogos, o Minas não perdeu a chance de vencer equipes que lutam para sair das últimas posições. Os triunfos sobre São José dos Campos-SP e Maranhão Cemar-MA jogaram a equipe para a sétima posição na tabela de classificação.

"A primeira vitória nos tirou da lanterna. A segunda, nos colocou no G-8. Foram dois saltos. Agora sim começamos a brigar diretamente por esta zona intermediária do campeonato. Precisamos manter o bom rendimento", indica o técnico Marco Queiroga.

Nos dois jogos em que venceu, o Minas contou com participação da ponta Jaqueline, grande contratação para a temporada. No entanto, a presença da bicampeã olímpica se limitou a alguns pontos, já que ainda busca a melhor forma.

"Contra o Maranhão, foi apenas meu segundo jogo. Não dá para entrar jogando, fiquei dois meses parada e eu nunca vi uma atleta voltar tão rápido quanto eu voltei em um campeonato forte como a Superliga. Estou muito feliz, porque já estou entre as doze e, aos pouquinhos, vou me integrando e entrando um pouco mais nas partidas”, comemora Jaque, que se tornará titular quando reunir a melhor condição.

Enquanto isso, sua concorrente pela posição na entrada de rede vai aproveitando as oportunidades. Mari Paraíba foi bem no último jogo e saiu de quadra com o troféu Viva Vôlei, como a melhor no duelo.

“A equipe, aos poucos, está entrosando, e acho que melhorou bastante nesses dois últimos jogos. Mas precisamos de muito mais, principalmente porque vamos pegar equipes grandes. Vamos trabalhar que, aos poucos, vai dando certo”, indica Mari.

O Rio do Sul é comandado por um velho conhecido do time de Belo Horizonte. Spencer Lee foi técnico do Dentil-Praia Clube nas últimas cinco temporadas, onde teve diversos confrontos contra o clube da Rua da Bahia.