Baiano teria atuado em compra de ativo

Apesar de não ter como provar o que disse, o delator sabia dos esquemas de Baiano na estatal

iG Minas Gerais |

Brasília. O executivo Julio Camargo Almeida, do grupo Toyo Setal, afirmou em sua delação premiada acreditar que o lobista Fernando Antônio Falcão Soares, o Fernando Baiano, tenha atuado como operador do PMDB na compra da Refinaria de Pasadena, no Estados Unidos.  

Afirmou ainda à força-tarefa da operação Lava Jato que Fernando Baiano não atuava na área de Serviços, comandada pelo ex-diretor Renato Duque por ser “contra a filosofia da diretoria”, que dispensava intermediários nos pagamentos de propina.

O esquema, que funcionou de 2004 a 2012, foi operado pelo PT, PMDB e PP – e abasteceu também o PSDB e o PSB.

Apesar de não ter como provar o que disse, o delator sabia dos esquemas de Baiano na estatal. Camargo afirmou que “somando pagamentos feitos ao lobista efetivou o pagamento total do montante exigido de US$ 40 milhões”.

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