Avacoelhada

iG Minas Gerais |

João Ricardo foi um dos destaques do América no segundo turno. Depois de entrar no time devido à contusão de Fernando Leal, tomou conta da posição. Autor de defesas salvadoras, fechou o gol americano. Vale destacar o competente trabalho do treinador de goleiros Silvio Siqueira. Além de participar da preparação dos atletas, indicou a contratação do substituto de Matheus, que também foi muito importante na primeira etapa do campeonato. Gilson, deslocado da lateral esquerda para o meio de campo por Cláudio Prates, tornou-se o organizador mais produtivo e eficiente na criação das jogadas, assistências e gols marcados. Renan Oliveira demonstrou lampejos qualitativos, mas precisa aumentar a intensidade produtiva. Gilson e Renan poderão formar uma eficaz dupla de articuladores em 2015. Adalberto assumiu a função de xerifão da defesa.

A voz da Massa

Saudações alvinegras! Se o próprio ex-presidente Alexandre Kalil afiançou a entrada de Daniel Nepomuceno na presidência do Galo, quem sou eu para ir contra tal decisão. Pelo menos, bastante experiência com as coisas do Galo o nosso novo presidente tem, pois nos seis anos da gestão de Kalil ele permaneceu ao lado do dirigente, participando do cotidiano e ajudando a tomar decisões no clube. Portanto, já está tarimbado para a função. Além do mais, Nepomuceno tem um currículo que o capacita para o cargo. Se ele vai dar certo no Galo, só o tempo dirá. Mas ele já entra com uma boa perspectiva de sucesso, pois, apesar de alguns problemas financeiros do clube, pega o alvinegro completamente estruturado e com um time todo montado. Agora é com ele. Desejamos ao presidente Daniel Nepomuceno boa sorte e esperamos muito trabalho. #9a2eterno.  

A voz Celeste Saudações celestes, nação azul. Antes mesmo de terminar o Brasileirão celeste, já começou a taça Libertadores da América. Para mim, não existe essa de grupo fácil, tem que chegar respeitando e encarando qualquer adversário como se não tivesse amanhã, e na Libertas chega uma hora que não tem mesmo. Porém, estou confiante demais no Cruzeiro, os atletas já entenderam como funciona a competição, viram que fora de casa temos que travar verdadeiras batalhas, as torcidas são hostis e não têm limites para tirar a concentração dos visitantes. Nesse contexto, uma coisa me deixa completamente indignado: oferecemos a todas as equipes que vêm aqui nos enfrentar a hospitalidade que muitas vezes nem chefe de Estado tem.Quando vamos atuar lá fora, muda de figura. Enfim, Libertadores é guerra, é sangue no olho, faca nos dentes e coração no bico da chuteira!

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