“Sozinha a gente não tem força de parar”

N.S.A. 46, tratadora de animais

iG Minas Gerais |

“Comecei a usar crack há dois anos, depois de uma decepção amorosa. Como eu tinha acesso fácil à favela, ia lá buscar a droga e voltava. Fiquei muito antissocial, parei de ir às festas de família, larguei todos os meus amigos. Em vez de gastar no salão de beleza, eu comprava droga. Eu tentei parar um tempo, mas vi que a gente não tem força para vencer a droga sozinha. Precisamos de ajuda real. Tenho duas filhas e dois netos, eles precisam de mim. Foi difícil sair da minha zona de conforto e vir para cá (comunidade terapêutica), mas eu vim focada em parar de usar droga.”

 

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