Taxistas de BH pediram o fim do serviço, que ainda funciona

iG Minas Gerais |

Adorado pelos usuários, odiado pelos taxistas. Em Belo Horizonte, o Uber levou o Sindicato dos Taxistas (Sincavir) a pedir, ao Ministério Público de Minas Gerais, à prefeitura e à BHTrans, a proibição do funcionamento do serviço. O aplicativo chegou ao Brasil antes da Copa, no Rio de Janeiro, mas Belo Horizonte só entrou na rota em setembro. Os taxistas afirmam que é concorrência desleal – a mesma acusação que o serviço sofre em vários países. O Uber faz o intermédio entre motoristas particulares e clientes interessados em se deslocar de carro – a empresa Uber fica com 20% do valor pago pelo cliente, e o motorista fica com o resto. “Dizem que é um aplicativo de carona solidária, mas na verdade isso é uma fachada, porque quando a pessoa solicita o serviço, é cobrada uma taxa de deslocamento do motorista, que faz uma prestação de serviço de transporte público em carros particulares”, disse, na época, o presidente do Sincavir, Ricardo Faedda. (Da redação)

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