Renovação de Guerrero continua indefinida, mas dirigente está otimista

Artilheiro do Corinthians na temporada, com 41 gols, o peruano é o principal atleta do elenco e já expressou sua vontade de permanecer no clube

iG Minas Gerais | FOLHAPRESS |

Guerrero deve continuar a ser desfalque no Corinthians
Reprodução/Facebook
Guerrero deve continuar a ser desfalque no Corinthians

Após uma nova rodada de negociações, a renovação do contrato de Paolo Guerrero com o Corinthians continua indefinida. Nesta sexta-feira (28), agentes do camisa 9 se reuniram com a diretoria do clube alvinegro para tentar chegar a um acordo sobre o prolongamento do vínculo do jogador, válido até o meio de 2015.

"Fizemos uma outra proposta. Os representantes do Guerrero ficaram de analisá-la e apresentá-la ao atleta. No começo da semana, eles devem retornar com uma posição", disse o diretor de futebol do Corinthians, Ronaldo Ximenes, à Folha de S.Paulo, por telefone.

"Mas estamos bastante otimistas. Agora, ainda mais", acrescentou.

Artilheiro do Corinthians na temporada, com 41 gols, o peruano é o principal atleta do elenco e já expressou sua vontade de permanecer no clube.

SEM DINHEIRO

De acordo com informação publicada pela coluna "Painel FC" na edição da Folha de S.Paulo desta sexta, sem dinheiro, o Corinthians iria propor um plano de marketing para ampliar os rendimentos do peruano.

A ideia era oferecer a Guerrero participação nos lucros do programa de sócio-torcedor, uma das principais fontes de receita corintianas. O projeto prevê que o atacante se torne o garoto-propaganda do programa e receba um percentual das novas adesões.

Outro item do plano de marketing a ser oferecido a Guerrero é a produção de uma camisa promocional exclusiva do atacante. Também neste caso, ele teria participação nos lucros sobre as vendas.

Ronaldo Ximenes conversou pessoalmente com o camisa 9 durante esta semana e expôs a vontade do clube de que ele permaneça. Falou também da necessidade de as duas partes cederem para se chegar a um acordo.

Guerrero pede US$ 7 milhões de luvas para assinar o novo contrato. Apesar dessa exigência, ainda não pediu aumento salarial -aceita continuar recebendo R$ 440 mil.