Destaque do jogo é coroado com gol que sacramentou o título

Principal ídolo do atual elenco do Galo, camisa 9 fez o único gol dele na Copa do Brasil justamente na final em cima do Cruzeiro

iG Minas Gerais | BRUNO TRINDADE |

Esportes - Final Copa do Brasil 2014 -  Jogo Cruzeiro x Atletico MG, final da Copa do Brasil 2014,  no Estadio Magalhaes Pinto Mineirao em Belo Horizonte MG. Foto: Alex de Jesus/O Tempo   26/11/2014
ALEX DE JESUS/O TEMPO
Esportes - Final Copa do Brasil 2014 - Jogo Cruzeiro x Atletico MG, final da Copa do Brasil 2014, no Estadio Magalhaes Pinto Mineirao em Belo Horizonte MG. Foto: Alex de Jesus/O Tempo 26/11/2014

Diego Tardelli Martins. O craque do Galo, o melhor jogador da equipe, o mais completo atacante alvinegro, com qualidade para atuar como armador, centroavante ou pelas pontas. O camisa 9 da seleção brasileira, o artilheiro do clube na temporada com 19 gols. Todas essas qualidades já indicavam que ele poderia ser o grande destaque da decisão. E foi. Quis o destino que Tardelli, que ainda não tinha feito nenhum gol no torneio e nem dado uma assistência sequer, anotasse o gol do título no clássico mais importante da história do clássico entre Galo e Raposa.

Artilheiro do Brasileiro pelo alvinegro em 2009, e presente nos títulos da Libertadores em 2013, da Recopa e da Copa do Brasil de 2014, Tardelli crava ainda mais o seu nome na história atleticana e vira ainda mais ídolo da Massa.

Tardelli, porém, não ganhou sozinho. O sucesso com a conquista do caneco também se reflete nos outros destaques do Atlético na decisão: o técnico Levir Culpi e o trabalho coletivo da equipe. O treinador conseguiu anular as principais jogadas da Raposa, colocando o time pra frente, impedindo que os cruzeirenses exercessem uma grande pressão. A aplicação tática dos atletas, que encurtaram os espaços, tocaram bem a bola e atuaram com muita vontade.

Desde o início do jogo, o camisa 9 do Galo dava mostras da vontade de assumir a responsabilidade do embate e ser decisivo. Ele aparecia em todas as jogadas. Dava carrinho na pequena área, pegava rebote do goleiro, puxava os os contra-ataques caía pela pontas e enfiava-se entre os zagueiros.

A atuação de gala foi premiada com um gol de cabeça, no fim do primeiro tempo, aproximando o alvinegro ainda mais da conquista inédita. No fim do primeiro tempo, ele foi festejado por todos os companheiros ainda no gramado.

Na segunda etapa, ele seguiu como o atleta mais perigoso do ataque. A velocidade com a bola dominada, os passes curtos e rápidos, a movimentação constante não davam espaços para a marcação celeste, que não conseguia acompanhar o camisa 9. Ele acabou provocando o cartão de Bruno Rodrigo, que teve que evitar um gol de placar de Tardelli, após uma arrancada da ponta direita.

As câimbras demonstravam toda a entrega do avante em campo. Aos 42 min, ele saiu ovacionado pela torcida e como herói da conquista alvinegra.

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