Propina era de até 5% do contrato

Além dessa forma, o grupo possuía empresas em nomes de laranjas, mas que, na verdade, pertenciam aos integrantes da organização que dividiam o lucro obtido com os certames

iG Minas Gerais | Larissa Arantes |

O grupo especializado em fraudar licitações oferecia até 5% do valor total dos contratos irregulares para as empresas que desistissem de concorrer em determinado certame, e a propina era paga antes ou depois do resultado do processo. Essa era uma das maneiras de atuação da organização segundo a Polícia Civil.  

Além dessa forma, o grupo possuía empresas em nomes de laranjas, mas que, na verdade, pertenciam aos integrantes da organização que dividiam o lucro obtido com os certames.

O trabalho da polícia, agora, está concentrado em identificar as licitações que tiveram como vencedoras as companhias da organização. 

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