Mercado é quem dita o preço

Para Fabíola, o loteamento tem um comportamento distinto

iG Minas Gerais | Helenice Laguardia |

Os preços “sem noção” que os consumidores têm visto em alguns empreendimentos não fazem parte da realidade de uma loteadora. “O mercado dita muito o preço”, explica a diretora comercial e de marketing da Gran Viver, Fabíola Regaldas. “Quando se vai para qualquer cidade não adianta a empresa determinar o preço, é preciso entender o mercado”.  

Para Fabíola, o loteamento tem um comportamento distinto. “O condomínio horizontal é diferente do mercado imobiliário. Nunca perde o valor, tem um andamento muito próprio”. A executiva explica que o loteamento não teve uma valorização tão astronômica quanto o mercado imobiliário. “A terra vai se valorizando naturalmente e acompanha a inflação. Se você compra hoje, e daqui a três ou quatro anos tem uma estrutura de comércio, automaticamente, o loteamento já se valorizou”, conta.

O financiamento da Gran Viver é outro diferencial para quem não quer ir a banco. O cliente dá um sinal de 10% a 20% e divide o restante em até 120 meses com a loteadora.

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