A voz celeste

iG Minas Gerais |

Saudações celestes. E que todos saibam que aqui, na terra sagrada da Raposa, existe um clube TETRACAMPEÃO BRASILEIRO. O time que Minas Gerais se orgulha de ter como filho. Mais uma vez o Mineirão foi palco do quarto título do Maior de Minas. Começou com os mestres palestrinos de 66, o bicampeonato foi brilhantemente jogado pela seleção azul de 2003, o tri foi heroicamente vencido pela academia cruzeirense de 2013, e agora veio o tetra na garra com o esquadrão azul de 2014. A nação compareceu, fez festa e não deixou a chuva atrapalhar, pelo contrário, fez dela a principal convidada da festa. História se faz com títulos, tradição se conquista com glórias, e nossa torcida mais uma vez mostrou que não basta apenas dizer que ama, tem que vencer o jogo junto, cantar os 90 minutos. Somos mais que um clube de futebol e uma torcida, somos o sentimento que reflete o orgulho de uma nação. É TETRA!

A voz da Massa

Saudações alvinegras! O jogo passado, contra o Internacional, ainda repercute, por isso vale o comentário. Não fosse a interferência direta da arbitragem, o Galo, certamente, sairia vencedor daquela partida. O árbitro, o tal de Péricles Bassols, deixou de anotar, por pura covardia, dois pênaltis claríssimos a nosso favor. Num deles, aliás, ele chegou a pôr o apito na boca para marcar, mas “arregou”, deixando o lance seguir. Sem falar nas inúmeras faltas que ele não marcava para o Galo e outras tantas que maldosamente invertia em prol do time da casa. Mas, para mim, tanta roubalheira não apagou a ótima impressão que ficou daqueles jogadores. Mesmo com toda a pressão que envolvia o jogo, os nossos reservas e os meninos da base mostraram mais uma vez que são guerreiros de confiança. Bem, essa já passou, mas amanhã temos uma verdadeira final de Copa do Mundo pra vencer.

Avacoelhada O América não apresentou futebol de alto nível técnico contra a Ponte Preta, mas o time de guerreiros novamente jogou com bastante determinação e conquistou mais uma vitória. Aliás, o comprometimento desses jogadores com a equipe é digno de aplausos e reconhecimento da torcida americana. Destaque também para João Ricardo, que outra vez fechou o gol com defesas salvadoras. Adalberto e Vitor Hugo foram bastante participativos na marcação, nos desarmes e rebatidas. Os dois zagueiros tiveram muito trabalho, devido à falha de posicionamento e ao combate dos volantes na intermediária. No primeiro tempo, a distância entre Gilson, aberto pelo lado esquerdo, e Renan Oliveira, centralizado, prejudicou a criação das jogadas ofensivas. O gol marcado na etapa complementar começou com a aproximação e inversão de posição entre Gilson e Mancini.

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