BH é a sexta cidade com melhores condições para empreendedores

Florianópolis aparece em primeiro lugar, com o mais alto Índice de Cidades Empreendedoras (ICE), outras 14 capitais brasileiras foram analisadas por ONG

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

Em BH. Prefeitura quer aumentar alíquota do ITBI de 2,5% para 3% do valor do imóvel
ALISSON GONTIJO / O TEMPO
Em BH. Prefeitura quer aumentar alíquota do ITBI de 2,5% para 3% do valor do imóvel

Um estudo feito em 14 capitais brasileiras pela Organização Não Governamental (ONG) Endeavor listou quais as cidades que apresentam melhores condições para novos empreendimentos com elevado grau de formação universitária, fluidez do trânsito e boa qualidade de vida, além de impostos baratos.

Belo Horizonte aparece na sexta posição, cotada com 6,15%, de acordo com o Índice de Cidades Empreendedoras 2014 (ICE). Em primeiro lugar, no ranking, está a cidade de Florianópolis, que recebeu ICE de 7,53%, sendo a capital mais atrativa para a criação de novos empreendimentos.

Além das duas cidades, São Paulo (7,46%) e Vitória (7,16%) aparecem na segunda e terceira colocações, segundo pesquisa. 

Índice de Cidades Empreendedoras 2014 (ICE) é calculado com base em 55 indicadores extraídos de dados estatísticos oficiais agrupados em sete quesitos: ambiente regulatório, infraestrutura, mercado, acesso a capital, inovação, capital humano e cultura.

O levantamento concentrou-se em cidades com regiões metropolitanas onde há pelo menos 1% de empresas de alto crescimento. As empresas foram escolhidas conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

“O grande objetivo do índice é criar um mecanismo para que a sociedade possa cobrar de cada prefeito, mudanças no ambiente que permitem efetivar os melhores negócios no Brasil”, explicou Juliano Seabra, diretor da ONG.

De acordo com o estudo, em todo o país menos de 1% das empresas são de alto crescimento, somando 35 mil empreendimentos onde são gerados metade dos novos postos de trabalho a cada ano. “Nosso sonho é que elas sejam 100 mil até 2030”, aponta o relatório.

Na apresentação da primeira edição esteve presente o prefeito Fernando Hadad. Ele observou que a cidade de São Paulo tem dificuldades para reduzir impostos como atratividade, porque isso comprometeria a folha de pagamento e poderia trazer impacto sobre a Lei de Responsabilidade Fiscal. Ele  fez uma avaliação positiva de medidas que podem facilitar novos empreendimentos como a maior rapidez na aprovação de projetos arquitetônicos que podem levar apenas 90 dias.

Veja a lista completa:

1°) Florianópolis (7,53%) 2°) São Paulo (7,46%) 3°) Vitória (7,16%), 4°) Curitiba (6,96%) 5°) Brasília (6,33%) 6°) Belo Horizonte (6,15%) 7°) Porto Alegre (5,94%) 8°) Goiânia (5,91%) 9°) Rio de Janeiro (5,86%) 10°) Manaus (5,33%) 11°) Belém (5,24%) 12°) Recife (4,83%) 13°) Fortaleza (4,77%) 14°) Salvador (4,53%)  

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