Mulher é morta a facadas por inquilino de sua mãe

Segundo a polícia, o crime seria uma vingança a um incêndio criminoso na casa do suspeito na noite deste sábado, no entanto, a polícia não acredita que a mulher tenha provocado o fogo

iG Minas Gerais | Natália Oliveira |

Uma mulher foi morta a facadas por um inquilino de sua mãe no bairro Nova Suissa, na região Oeste de Belo Horizonte na noite deste domingo (23). De acordo com a Polícia Militar, o crime seria em vingança a alguém ter colocado fogo na casa do inquilino na noite deste sábado (22).O crime ocorreu em uma vila na Avenida Amazonas, próximo a avenida Tereza Cristina por volta das 19h.

Segundo militares do 22º Batalhão da Polícia Militar, que atenderam a ocorrência, o inquilino conhecido como Breno, se juntou com mais três homens e o grupo foi a casa de Rosilene Carvalho da Silva, 35, e chamaram ela. A vítima atendeu a porta ao lado do filho de 10 anos. Os homens prenderam a criança em um quarto da casa e esfaquearam a mulher até a morte na entrada da residência.

Ainda de acordo com a polícia, foi o menino que acionou os militares pelo telefone. A mulher morava no mesmo lote do inquilino suspeito do crime. No local, há três casas que pertencem a mãe da vítima. Além do menino de 10 anos, Rosilene deixou também um filho de 16 anos que não estava em casa no momento do crime.

A Polícia Militar não acredita que a mulher tenha incendiado a casa do suspeito. Segundo a polícia, o homem é usuário de drogas e o incêndio pode ter relação com alguma vingança ou disputa pelo tráfico de drogas na região. Vizinhos da vítima e autor contaram que ele se mudou para a casa recentemente e antes morava na Vila Bimbarra, no Calafate, na mesma região. A Polícia faz uma ronda no local para tentar encontrar o suspeito.

O clima na Vila Bimbarra, já está tenso, porque neste sábado (22) durante uma operação policial um morador do local foi morto, posteriormente, populares incendiaram três ônibus na região. No bairro Nova Suissa, a polícia aguarda a perícia da Polícia Civil e o rabecão para levar o corpo da mulher ao Instituto Médico-Legal (IML). Não se sabe quantas facadas ela levou. 

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