Projetos ainda não foram concluídos e recebem aditivos

iG Minas Gerais |

Das obras assumidas pelas empreiteiras que firmaram contratos com o governo de Minas nos últimos quatro anos, algumas ainda não foram concluídas.

É o caso da Estação da Cultura Presidente Itamar Franco. O empreendimento abrigará em Belo Horizonte a Rede Minas, a Rádio Inconfidência e a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. A obra foi dividida em duas: além da construção da sede, uma sala de concertos para 1.400 pessoas também faz parte do projeto.

A empresa OAS venceu as duas licitações, o que rendeu à construtora baiana contratos de R$ 249 milhões. O montante foi “engordado” com uma série de aditivos firmados nos últimos anos.

No caso da sala de concertos, por exemplo, a licitação previa valor de R$ 143,2 milhões. Entre fevereiro de 2013 e novembro deste ano, foram assinados cinco aditivos ao contrato, que tornaram a obra, até o momento, 22,7% mais cara. Hoje, o preço alcança R$ 175 milhões, conforme levantamento no “Diário Oficial do Estado”.

Segundo o governo de Minas, a obra está dentro do prazo e será entregue “nos próximos meses”.

Mais caro

Aumento. A construção da nova sede da Rede Minas, Rádio Inconfidência e Filarmônica também ficou mais cara. Orçada em R$ 71 milhões, o contrato recebeu um aditivo de R$ 1,8 milhão.(LP)

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