Avacoelhada

iG Minas Gerais |

Ponte Preta é um time qualificado. Dentro de casa, terá apoio da torcida, mas não é imbatível. Um gol do Coelhão no início do jogo poderá inverter a pressão do torcedor. De qualquer modo, o América, sem se descuidar da marcação, deve buscar a valorização da posse de bola com objetividade, a fim de criar jogadas ofensivas, e aproveitar as oportunidades com bastante eficiência. Gilson precisa se aproximar de Renan Oliveira para facilitar as tabelas progressivas e os chutes de longa distância. Willians, jogar mais de atacante agudo do que de meio-campista. Receber lançamentos, partir em alta velocidade para cima da defesa adversária e finalizar. Obina, concluir com precisão as assistências e cruzamentos. Andrei, ser mais produtivo na transição. Além da parte tática, técnica e física, que a determinação também prevaleça. Blitz no Boi Vindo.

A voz da Massa

Saudações alvinegras! O assunto de hoje é recorrente, mas inadiável. É sobre a escalação do time, uma decisão que Levir é forçado a tomar a cada jogo do Galo. Hoje, contra o Internacional, ele decidiu ir com time reserva, e eu já expressei minha opinião de que apoio a decisão de preservar os titulares para a final de quarta-feira. Pois, definitivamente, não dá para correr o risco de perder jogadores indispensáveis como Tardelli, Luan e Donizete, que funcionam como colunas do time. Agora, o time que vai a campo tem que estar ciente da responsa que pesa sobre eles. É um time jovem, com muitos representantes da base. Assim, vai ser preciso muita conversa, uma boa estratégia e vontade de vencer, pois esse o jogo vai ser pedreira, visto que os dois times disputam cabeça a cabeça uma vaga no G-4. Mas a decisão que Levir tomar a Massa endossa. Dá-lhe, Galo!

A voz Celeste

Saudações celestes, nação azul. Esse jogo contra o Grêmio realmente se divide em dois tempos: além dos dois normais, os dois momentos do Cruzeiro em campo. No primeiro, um time irreconhecível, sem gás e perdido em campo. Realmente, a equipe sentiu quando levou o gol logo no início, porém, parece que Marcelo Oliveira deu uma chamada no time inteiro, e eles acordaram. Aí voltou o Cruzeiro que vimos nos últimos dois anos, brigador, guerreiro, futebol digno de campeão. Deixa eu dar todos os créditos ao nosso capitão e ídolo Fábio, um gigante debaixo das traves. Ele não teve culpa no gol tomado e ainda nos salvou em momentos cruciais. Amanhã, preparem-se, será escrita uma nova página heroica imortal, e vocês irão presenciar a conquista do tetra. Tenho certeza. Não acho que o Goiás irá nos dar trabalho, o maior de Minas irá impor seu ritmo e seu futebol.

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