Diretores afirmam que empreiteira pagou doleiro por serviços

Advogado Antonio Figueiredo Basto, que defende Youssef, negou a acusação de extorsão e disse que declarações são "estratégia de defesa"

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

Os depoimentos do engenheiro civil Angelo Alves Mendes, diretor vice presidente de Assuntos Corporativos, e do engenheiro eletricista Rogério Cunha de Oliveira, diretor de Área de Óleo e Gás da construtora, apontaram que a Mendes Junior realizou pagamentos totalizando R$ 8,028 milhões para empresas de fachada do doleiro Alberto Youssef, a GFD Investimentos e a Empreiteira Rigidez, “por serviços não realizados”.

Os relatos confirmam a versão do diretor vice-presidente executivo da Mendes Jr, Sérgio Mendes, preso dia 20 pela Operação Juízo Final, sétima fase da Operação Lava Jato. Na ocasião, Mendes afirmou ter sido "pressionado" a pagar o valor para o ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, e para o doleiro Alberto Youssef.

O advogado Antonio Figueiredo Basto, que defende Youssef, negou a acusação de extorsão. O defensor atribui o depoimento "uma estratégia de defesa”.

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