Leitão importado

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Da raça pata negra,  o leitãozinho do Café Viena recebe um acompanhamento simples: mandioca sem fibra na manteiga de garrafa
JOÃO GODINHO
Da raça pata negra, o leitãozinho do Café Viena recebe um acompanhamento simples: mandioca sem fibra na manteiga de garrafa

O forte do Café Viena são as cervejas – afinal, a casa conta com uma carta robusta, com 1.150 rótulos. Para harmonizar com boa parte delas, serve um prato que é o carro-chefe do menu: o leitão de leite.

A carne é tratada por ali como artigo de luxo, pois vem de animais com menos de 40 dias de idade, importados da Espanha. “Eles são de uma raça muito famosa, o pata negra, que dá origem ao jamón ibérico. A carne é incrivelmente macia, sem aquela camada grossa de gordura”, explica um dos proprietários da casa, o beer sommelier Guilherme Chlad. Durante o preparo, a carne é assada no vapor e depois disso tem a pele pururucada.

 

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