Cruzeiro não aceita pedido da PM por interdição de setor no Mineirão

Polícia Militar quer que setor 344 sirva de área de isolamento entre as torcidas; Raposa deseja que espaço seja retirado da torcida do Atlético

iG Minas Gerais | BRUNO TRINDADE |

Gilvan quer ver o plantel da Raposa mantendo o mesmo nível para permanecer na onta da tabela do Campeonato Brasileiro
LÉO FONTES/O TEMPO
Gilvan quer ver o plantel da Raposa mantendo o mesmo nível para permanecer na onta da tabela do Campeonato Brasileiro

A questão dos ingressos para a final da Copa do Brasil entre Cruzeiro e Atlético segue rodeado de polêmicas. Desta vez, o imbróglio envolve o clube celeste e a Polícia Militar. Visando a questão da segurança, a PM pediu à Raposa que feche o setor 344 do Gigante da Pampulha, área que servirá como espaço de isolamento entre as torcidas.

Os cruzeirenses, porém, não aceitaram o pedido da PM e querem que a interdição seja feita no setor da torcida adversária. “A Polícia pediu e nós não aceitamos. Se eles quiserem isolar um setor, que seja na torcida do Atlético”, disse o diretor de tecnologia da informação celeste, Aristóteles Lorêdo.

No entanto, a decisão sobre a aceitação ou não da solicitação feita pelos militares sairá do presidente Gilvan De Pinho Tavares. “A última palavra é do presidente. Vamos nos reunir com ele, na manhã desta sexta-feira, para que ele decida o que será feito”, afirmou Lorêdo.

Caso o setor seja mesmo interditado, o diretor afirmou que a Raposa não terá problemas pelo fato de já ter comercializado ingressos do local. “Se preciso, nós conseguimos remanejar esses torcedores porque temos uma folga em outro setor. Mas tem torcedor que é sócio e quer ficar nesse lugar em específico. Aí (se for remanejado) ficará com raiva, e com razão”, concluiu. 

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