Corpo de Márcio Thomaz será velado a partir das 15h

Velório deve durar até esta sexta-feira (21) quando o corpo seguirá para o crematório do Horto da Paz, em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo

iG Minas Gerais | Da Redação |

POLITICA - Marcio Thomaz Bastos , então ministro da Justica , na Base Aerea de Brasilia .
FOTO: Jose Cruz/ABr - sem data
Antonio Cruz/ABr
POLITICA - Marcio Thomaz Bastos , então ministro da Justica , na Base Aerea de Brasilia . FOTO: Jose Cruz/ABr - sem data

O corpo do advogado e ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos deve ser velado a partir das 15h desta quinta-feira (20), no Palácio 9 de Julho, sede da Assembleia Legislativa de São Paulo. O velório deve durar até esta sexta-feira (21) quando o corpo seguirá para o crematório do Horto da Paz, em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo.

Bastos morreu aos 79 anos na manhã desta quinta-feira (20), vítima de complicações no pulmão, no Hospital Sírio Libanês, onde estava internado. Entre as várias atividades que exerceu ocupou o Ministério da Justiça durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entre os anos 2003 e 2007.

Nesse período à frente da pasta, entre outras ações aprovou o Estatuto do Desarmamento, em 2003, e a Emenda Constitucional n° 45, conhecida como a Reforma do Poder Judiciário, em 2004.

Natural de Cruzeiro, no interior paulista, Bastos formou-se em direito pela Universidade de São Paulo em 1958, tendo atuado no ramo do direito criminal. O ex-ministro foi vereador pelo Partido Social Progressista (PSP) na sua cidade natal de 1964 a 1969. Foi representante das entidades de classe dos advogados, presidindo a seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entre 1983 e 1985.

Bastos atuou durante os trabalhos da Assembleia Nacional Constituinte, como presidente do Conselho Federal da OAB. Em 1990, após derrota de Lula nas eleições presidenciais, aproximou-se do PT. Ele também foi um dos redatores do pedido de impeachment do então presidente Fernando Collor, que governou de 1990 a 1992.

Em 1996, fundou o Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD), que é uma organização da sociedade civil. As informações sobre a trajetória de Bastos constam do site do Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil, da Fundação Getulio Vargas.

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