A voz Celeste

iG Minas Gerais |

Saudações celestes, nação azul. Esta temporada tem sido marcada por certa desconfiança de parte da torcida, e eu até entendo certa apreensão por causa da pressão de ter um elenco com qualidade inigualável. A imprensa nacional, no início do ano, se rendia a elogios ao clube, e o time até aqui realmente demonstrou que é digno de tamanha confiança. Não há o que se discutir. Independente de qualquer coisa, já acho 2014 maravilhoso, tenho certeza da conquista de título, sou Cruzeiro em qualquer momento, em qualquer situação. Faz parte da minha vida, na minha casa sempre foi uma tradição que passou de pai para filho. Durante toda minha trajetória, como torcedor apaixonado que sou, apoiei, e apoiarei sempre. Nas horas boas eu te amo Cruzeiro, na más estarei junto com você! Por amor ao Cruzeiro! Facebook: Hugão, O Fanático Celeste.

Avacoelhada

O jogo-treino entre reservas do profissional e o sub-20 demonstrou muitas possibilidades de aproveitamento. Aliás, seria bem mais produtivo realizar coletivos entre a equipe principal e os juniores, com paralisações e repetições das jogadas, do que enfrentar times amadores. No time reserva do América, Diego, Júnior Lemos e Carlos Renato, que perderam espaço para jogadores menos qualificados durante o ano, mais Bruno Sávio, Patrick e Rubens. Apesar de, equivocadamente, improvisado na lateral direita, Júnior Lemos comandou a saída de bola. Rubens jogou muito centralizado, sem se deslocar pelos lados. No júnior, Zé Ricardo, no meio de campo, e Pabrício, que deu trabalho para a defesa adversária, foram as novidades em relação à Taça BH. Renatinho, na função de articulador, ao lado de Xavier, poderá ser mais eficiente do que jogando de atacante.

A voz da Massa

Saudações alvinegras! Em relação à dispensa dos baderneiros Jô, André e Emerson Conceição, eu acho que a atitude simples e espontânea do meu filho, Samuel, exprime o sentimento de toda a Massa. Assim que o moleque ouviu a notícia no rádio, deu um berro de Gaalôôô, vestiu a camisa alvinegra e saiu pela casa cantando o nosso hino como se o Galo tivesse marcado gol. Não estou brincando, foi verdade. E acho que, assim como ele, a Massa também vibrou com a saída desses caras. O Jô, vá lá, foi artilheiro da Libertadores e teve o nome escrito na nossa história. Mas era patente que ele não queria mais nada por aqui. Agora os outros dois, eu pergunto: o que esses caras acrescentaram ao Galo? Nada, absolutamente, deram foi prejuízo! Já vão tarde. Parabéns, Kalil, pela mão de ferro. E nos façam um favor, rapazes, sumam daqui, não passem mais nem perto!

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