Magno Carmo

Sócio-operador da Cachaçaria João Andante

iG Minas Gerais | Helenice Laguardia |

Como foi o início do negócio?  

Com quatro sócios – os irmãos Mateus e Gabriel Lana, o primo deles Rafael Vidigal e eu, Magno Carmo, a produção da cachaça começou como hobby, em 2008, quando Mateus e Gabriel estavam concluindo a escola de administração do Sebrae. Foi um projeto de conclusão do curso, mas a professora propôs que levassem o projeto de criação da marca adiante. Com a ideia de criar uma empresa, eles me chamaram.

Então, vocês nunca tinham mexido com cachaça?

Só éramos degustadores. A produção começou em Presidente Bernardes, cidade vizinha de Piranga, onde Mateus e Gabriel nasceram. O alambique era de um parente do Rafael.

E a produção inicial?

Foi de cem a 200 unidades, num processo bem caseiro e artesanal. A ideia era ter a cachaça para vender para os amigos, tê-la no porta-mala do carro.

E quando se transformou num negócio?

De 2008 até 2012 era um hobby. Começamos a pensar em viver do negócio a partir de 2012 quando a Diageo criou caso com a gente por causa do nome João Andante, e isso acabou impulsionando e tornando o produto popular com uma demanda grande. 

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