A voz da Massa

iG Minas Gerais |

Saudações alvinegras! O empate contra o Figueirense, anteontem, foi um péssimo resultado para o Galo. Todos os outros times que concorrem ao G-4 venceram, e nós caímos para a sexta posição. Mas o máximo que podemos fazer agora é lamentar, por um momento, esse resultado ruim e tocar a vida. Não dá para procurar culpados para o tropeço, pois a maioria dos atleticanos com quem eu conversei antes do jogo aprovou a opção de Levir de usar time alternativo no domingo. Também não é para se dizer que o Galo fez um jogo ruim, não! O time dominou o jogo e criou boas oportunidades para vencer. Só que, infelizmente, dessa vez não deu. Contudo, não vamos, de forma alguma, perder a confiança agora. Estamos a apenas dois pontos do G-4 do Brasileirão, com chances reais de voltar a ele. E semana que vem temos a final da Copa do Brasil, com ótima vantagem sobre o rival. Vamo com tudo, Galo!

A voz Celeste

Saudações celestes, nação azul. Duas vitórias nos separa do tetra. Grêmio e Goiás estão no nosso caminho. Vocês conseguem entender o que é ser tetracampeão brasileiro? Conseguem definir o sentimento de ver seu time subir ao pódio mais alto do futebol nacional? Óbvio que o lado azul saberá e sentirá esse sabor por dois anos seguidos. Reconheço que o jogo contra o Santos não foi dos melhores, mas valeu pelos três pontos para manter a distância confortável que temos do São Paulo. Confio no Cruzeiro, e temos tudo para levantar essa taça no próximo domingo, dentro do nosso estádio, a Toca 3. Quinta vamos pra cima do Grêmio, e não prevejo jogo fácil, vai ser um jogo duro, sem muitos espaços e de marcação forte, até porque Felipão quer a vaga pra Libertadores a todo custo. Vamos por partes, primeiro foco no Brasileiro, para liquidar a fatura do tetra, depois reverter contra o “6a1o” e levantar o penta.

Avacoelhada

Gilson e Renan Oliveira terão a função de organizar as jogadas ofensivas contra o Luverdense. Willians, explorar a velocidade pelos lados. Para muitos americanos, Rubens deve ser o substituto de Obina, mas o aproveitamento do promovido da base precisa ser planejado, e não emergencial. A sequência natural seria a escalação dos sub-20 nos coletivos. Inicialmente, no time reserva, depois entre os titulares. Assim, o atleta em formação, trabalhado pela comissão técnica do profissional, estaria mais bem preparado para entrar em jogos programados, de acordo com as condições favoráveis. Após ter entrado em várias partidas, o prata da casa poderia ser escalado para começar os jogos, porém sem a responsabilidade de decidir os confrontos. Com a suspensão de Adalberto, Messias também deveria ter sido relacionado. Blitz na Choperia Santa Tereza.

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