Projeto Ler É Viver eleva o índice de leitura em escolas públicas mineiras

Trabalho vem sendo desenvolvido pelo Instituto Gil Nogueira

iG Minas Gerais | Lorena K. Martins |

Projeto é desenvolvido em escolas da capital, de Ouro Preto e Moeda
Beto Eterovick/divulgação
Projeto é desenvolvido em escolas da capital, de Ouro Preto e Moeda

Há pouco mais de oito anos, o Projeto Ler É Viver tem uma função a mais do que simplesmente levar a leitura para crianças de escolas públicas de Belo Horizonte, Ouro Preto e Moeda. O objetivo, além de estimular o hábito pela leitura desde cedo, é que elas entendam realmente o enredo das história que leem. Para isso, são desenvolvidas atividades como a recontagem da história lida para outros alunos – uma forma de certificar a interpretação do texto – e pequenas premiações para alunos que mais leram os livros durante o ano. “O brasileiro lê cerca de 1,3 livros ao ano. Por meio desse projeto, conseguimos uma média de 12 a 13 livros ao ano por aluno, o que é um grande índice para uma criança”, explica Patrícia Nogueira, presidente do Instituto Gil Nogueira, entidade responsável pela iniciativa.

Pela segunda vez, o Ler É Viver conta com um estande na Bienal do Livro de Minas, evento que vai até o dia 23 no Expominas, para divulgação do projeto. “A Bienal é um evento importante no Estado, com foco no incentivo à leitura, e não podemos deixar de participar e divulgá-lo para outras pessoas e conseguir doações”, explica.

Ainda de acordo com Patrícia, estar no meio de escritores, editoras e contadores de histórias, público frequente nesses dez dias de Bienal, poder ser uma oportunidade de conseguir apoio e parcerias importantes. As editoras, principalmente, podem colaborar já que, no início de cada semestre, cada uma das 27 escolas públicas participantes recebe uma caixa com 50 livros para serem lidos em sala de aula ou levados para a casa dos alunos.

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