A voz da Massa

iG Minas Gerais |

Saudações alvinegras! Beagá está vestida de preto e branco. Por toda a parte, vemos um atleticano cheio de orgulho desfilando a camisa alvinegra e enchendo a bola do Galão pela façanha em cima do arquirrival. Toda final tem sempre uma característica de jogo feio, truncado, mas o Galo contrariou esse fato e fez uma ótima partida. Na marcação, anulou as principais jogadas do outro time e, sempre que teve a posse da bola, colocou o adversário na roda, com toques rápidos e muita velocidade. Ainda não confirmamos o título, pois sabemos que o resultado pode ser invertido, e isso já aconteceu conosco duas vezes, recentemente. Só tem um grande porém aí: nem eles nem ninguém tem os dois principais fatores necessários para esse tipo de virada: a raça em campo mostrada pelo nosso time e a força da Massa, que vem da arquibancada. Bica, eles, Bicudo!

Avacoelhada

O retorno de Gilson ao meio de campo deverá aumentar o poder de criação contra o Avaí. Ainda assim, optaria por Renan Oliveira, no lugar de Mancini, para formar a dupla de articuladores. Mancini deixou de fazer assistências, diminuiu o número de finalizações de longa distância e parou de marcar gols. Raul também precisa melhorar a produtividade na marcação, saída de bola e cruzamentos da linha de fundo. Leandro Guerreiro, a fim de evitar o desgaste desnecessário, deveria atuar mais na cabeça da área para proteger os zagueiros, em vez de combater no campo do adversário. Andrei necessita acelerar a transição e a recomposição. Willians, jogar na função de atacante de velocidade pelos lados, com infiltrações pela diagonal. Pablo, acertar mais passes, e Obina, as conclusões. Ingressos da Coelhada Sonora, no Espetinho do Marquinho, a R$ 10.

A voz Celeste

Saudações celestes, nação azul. Não tem nada perdido na Copa do Brasil, não existe time que buscasse mais resultados impossíveis que o Cruzeiro ao longo dos anos. Os ex-rivais estão empolgados pelo modo como chegaram a esta final? Então tente descobrir como é perder de 2 a 0 para o River Plate e virar para 3 a 0 no Mineirão, em 1991, ou vencer o implacável Palmeiras de 96, na época, a sensação do Brasil; ou buscar o placar contra o Colo-Colo nas semifinais, em 97, e ver Dida pegar dois pênaltis, nos levando à final que nos deu o bicampeonato das Américas; ou deixar Rogério Ceni chorando em 2000, quando viramos. Enfim, na Toca 3, sentirão nossa força, verão e sentirão na pele mais de 50 mil cruzeirenses berrando na orelha deles. Eu tenho certeza! Alô, Caeté,  no sábado, estarei aí com a banda VIGARISTAS, no 6º Encontro de Cruzeirenses. 

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