Trabalhadores ficam frustrados com decisão aprovada na CMC

iG Minas Gerais |

Repúdio. 

Servidores da educação protestaram na prefeitura contra decisão acatada pela CMC
Camila Martucheli
Repúdio. Servidores da educação protestaram na prefeitura contra decisão acatada pela CMC

Um grupo de representantes das escolas municipais de Contagem, formado por dezenas de servidores da educação esteve presente na reunião plenária da última terça (12), que retirou o PLC 014/2014 da pauta da Câmara, e se surpreendeu com a decisão.

Para o Sind-Ute Contagem, a retirada do Projeto de Lei Complementar 014 da pauta é um golpe. “Esse projeto estava em tramitação há dois meses; como apresentava alguns problemas, o sindicato apontou soluções ao governo e à Câmara ainda em agosto. Avançamos em alguns pontos, através de emendas, e esperávamos sua aprovação em segundo turno nesta data”, explicou a diretoria da entidade.

Ainda de acordo com o Sind-Ute, em acordo com os representantes do governo, o substitutivo seria para corrigir os problemas apresentados pela diretoria do sindicato, porém sua minuta não foi apresentada. “Não sabemos se os abonos, acordados na greve, serão mantidos no Projeto; o fato é que este governo se mostra mais uma vez desleal”, concluiu a diretoria do sindicato.

Na quarta (12), houve uma reunião na Prefeitura de Contagem, com o objetivo de discutir as emendas do Projeto de Lei 014. Participaram do encontro uma comissão de servidores em educação e diretores do Sind-Ute Contagem, bem como representantes do governo.

De acordo com o Sind-Ute, o governo alega que a Lei de Responsabilidade Fiscal é um dificultador para o pagamento o abono salarial de 1% e o aumento de 30% das agentes de educação infantil, acordado durante a Campanha Salarial deste ano. Ao contrário, a Prefeitura de Contagem pretende pagar o valor somente em abril do próximo ano; o que é inaceitável, de acordo com a diretoria do Sind-Ute.

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