Jovem é preso após esquarteja homem que chamou sua mulher de 'gostosa'

Suspeito confessou o crime, que aconteceu em sua casa depois de uma festa; vítima também foi decapitada e carbonizada

iG Minas Gerais | CAROLINA CAETANO |

Um jovem de 20 anos foi preso após esquartejar, decapitar e carbonizar um homem que teria chamado sua mulher de “gostosa” durante uma festa em Taiobeiras, no Norte de Minas. A prisão foi realizada nessa quarta-feira (13) e o suspeito confessou o crime.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Alessandro da Silva Lopes, o homem contou que o homicídio aconteceu após uma festa em sua casa, no último fim de semana. Alguns convidados teriam feito uso de bebidas alcoólicas e drogas. Durante o evento, Gilmar Ferreira Santana, de 35 anos, teria mexido com a mulher do agressor.

“Ele não gostou, mas a companheira disse que era para deixar passar. Porém, o Gilmar dormiu na casa do casal e, na manhã seguinte, ao ser questionado, disse que tinha chamado mesmo a mulher do agressor de gostosa”, contou o delegado.

Após confessar a cantada, a vítima, foi atingida duas vezes com golpes de machado na cabeça e ficou inconsciente. Não satisfeito, o suspeito puxou o sofá em que Santana estava para fora da casa. Em seguida, ele comprou gasolina e ateou fogo.

“Enquanto o sofá e a vítima queimava, ele foi beber em um bar perto do imóvel. Quando voltou, o suspeito começou a esquartejar o homem e colocar os pedaços em sacos plásticos. Depois, Gilmar foi levado para um matagal”, contou Lopes.

A equipe de Polícia Civil chegou ao criminoso após ouvir várias pessoas e encontrar um chip de celular em nome da companheira de Santana na casa do bandido. “Ele disse que, no momento do crime, os outros convidados já tinham ido embora e a sua mulher estava na casa da avó. A jovem não teria participado do homicídio”, explicou o delegado.

Após prestar depoimento, o homem, que já tinha antecedente criminal por roubo, foi encaminhado à Cadeia Pública de Taiobeiras. A princípio, ele vai responder por homicídio qualificado, que a pena varia de 12 a 30 anos de prisão, e ocultação de cadáver, que varia entre um e três anos de reclusão. 

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