A voz celeste

iG Minas Gerais |

Saudações celestes, nação azul. Não existe dúvida alguma quanto à qualidade do elenco celeste, não tem dúvidas sobre a competência de Marcelo Oliveira e seus comandados, não importa a opinião de ninguém. E agora é na Toca 3, no Mineirão, onde escrevemos páginas lindas e magníficas da nossa história O Cruzeiro será sempre o maior clube de Minas, afinal, seja em Copa do Brasil, Mineiro, Brasileiro e Libertadores, onde entra é franco favorito e indicado ao título. Vamos para o Mineirão, no dia 26, apoiar o esquadrão celeste, incondicionalmente. Temos também o Brasileiro, vamos acalmar, esfriar os ânimos e nos preparar para esta reta final de temporada, que vai ferver. Temos que ter a cabeça fria, independente de qualquer coisa. Amigos, no próximo sábado, eu e a minha banda VIGARISTAS faremos show em Caeté, no “Encontro dos Cruzeirenses.”

Avacoelhada

O futebol está cada vez mais dinâmico e competitivo. Velocidade, resistência, força e habilidade são características fundamentais para se alcançar alto rendimento. Até um jogador com a categoria do Ganso deve ter mobilidade a fim de sair da marcação e ser mais produtivo. Na equipe americana, Renan Oliveira tem habilidade, mas necessita demonstrar paixão por vencer. Leandro Guerreiro, Andrei e Thiago Santos são lentos na transição e no reposicionamento. Um volante fixo na cabeça da área seria mais eficiente. Tchô carece de massa muscular para superar o combate dos adversários. Mancini e Obina estão sem explosão para executar deslocamentos acelerados e com mudança de direção. Ricardinho e Bruninho foram ineficientes na troca de passes. Os voluntariosos Pablo e Willians são velozes, porém, precisam caprichar no complemento das jogadas.

A voz da Massa

Saudações alvinegras! Muitos torcedores que eu encontro por aí, inclusive os do time rival, me pediram para denunciar neste espaço o preço abusivo dos ingressos para as finais da Copa do Brasil. Realmente, cobrar R$ 200 pelo ingresso mais barato é um abuso. Ou melhor, é uma verdadeira sacanagem o que os dirigentes do futebol estão fazendo conosco. A gente até entende que, por causa da grande procura por ingressos, os clubes aproveitam para faturar algum e dar uma recuperada nos cofres. Mas tudo tem limite, eles não podem se esquecer de que o futebol (ainda) é um esporte popular e que cobrando esses preços eles acabam afastando o torcedor de verdade, aquele do olho no campo e radinho na orelha. Não precisavam ter aumentado tanto os preços. Mas, como sempre é o lado mais fraco que paga a conta, acabou sobrando pra gente.

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