Pesquisador tentou, mas falhou

iG Minas Gerais |

Los Gatos. Se você conseguisse viajar de volta a 1989 e fazer um par de apostas sobre quem poderia inventar o skate flutuante, Rich DeVaul teria sido uma boa escolha. DeVaul é engenheiro do Google X, o departamento de pesquisa da empresa. Além disso, anda de skate longboard e pratica snowboard, uma espécie de surfe na neve.  

Ano passado, DeVaul e um matemático do Google, Dan Piponi, tentaram encontrar o segredo do skate flutuante. O máximo que conseguiram foi produzir uma peça de carbono do tamanho de uma unha que podia pairar sobre um entrelaçado de pequenos ímãs.

Eles continuam confiantes de que conseguiriam construir uma prancha, mas têm menos confiança no uso que encontrariam para ela. DeVaul imaginou várias utilidades, como uma linha de montagem futurista em que máquinas-ferramentas robôs poderiam levitar de uma tarefa para outra.

“Eu estava quebrando a cabeça porque queria muito construir essa maldita coisa”, confessa ele. Mas, acrescentou, “a gente não sabia exatamente que grande problema estaria resolvendo, a não ser pela falta de parques para skates flutuantes no mundo”.

Outro a tentar “inventar” o skate é Dustin Rubio, 39, eletricista que cresceu andando de skate e viu “De Volta Para o Futuro II”. Este ano, Rubio transformou “um soprador de folhas, algumas placas de compensado, pedaços de plástico e fita adesiva” em um pequeno skate voador que suas filhas usam para deslizar pela calçada de sua casa, em Napa, na Califórnia.

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