Reforço com recém-formados

Corporação estendeu trabalho de 1.938 cadetes para que eles ajudem na operação Natalina

iG Minas Gerais | Aline Diniz |

Nas ruas. Polícia Militar não informou quantos policiais, no geral, vão trabalhar na operação de Natal
NIDIN SANCHES / O TEMPO
Nas ruas. Polícia Militar não informou quantos policiais, no geral, vão trabalhar na operação de Natal

Neste ano, a operação Natalina da Polícia Militar vai contar com 1.938 policiais militares recém-formados para reforçar a segurança de lojistas e clientes. Os agentes já estão ajudando no policiamento de Belo Horizonte desde de outubro em uma espécie de estágio e parte deles deveria ir para o interior após a formatura, na sexta-feira. A ideia agora, no entanto, é que eles continuem atuando na capital e ajudem também no trabalho na região metropolitana, entre o fim deste mês e janeiro, conforme a corporação.

De acordo com o major Sérgio Dourado, chefe da sala de imprensa da PM, a programação era que mil deles ficassem na capital, e os outros 938 fossem para o interior. No entanto, a corporação preferiu que os agentes auxiliassem no combate ao crime durante as festas de fim de ano, na região metropolitana. “Eles estão aptos a atuar no policiamento e vão permanecer na função até janeiro”, explica o major.

Ainda de acordo com o chefe da sala de imprensa, como o planejamento da operação ainda está em fase de preparação, não se sabe se os policiais militares vão atuar sozinhos ou em grupos. A ação vai ser definida nos próximos dias e estabelecer, inclusive, quantos outros militares vão participar da operação Natalina.

lojistas. O trabalho é de fundamental importância, segundo o vice-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH), Anderson Rocha. “Todos os anos, a gente solicita essa mobilização para que seja ampliada a segurança nas áreas de comércio e no hipercentro de Belo Horizonte”, afirma.

Rocha ponderou que, na época do Natal, muito importante para o varejo, a presença ostensiva dos agentes dá uma percepção de segurança aos clientes em áreas comerciais. Ele pondera ainda que a atividade do setor está se expandido por outros locais da região metropolitana, o que faz ainda mais necessário a ampliação da atuação da PM.

O vice-presidente da CDL-BH considera que o controle do crime precisa contar com a ajuda de comerciantes e lojistas. Conforme Rocha, pessoas que forem vítimas de roubos ou furtos – mesmo que de bens de pouco valor – devem registrar boletins de ocorrência. Comerciantes também precisam, segundo Rocha, adotar a mesma postura. “É preciso que haja o registro para que a PM trabalhe com o serviço de inteligência.”

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