A voz da Massa

iG Minas Gerais |

Saudações alvinegras! A minha ideia hoje era começar a tratar de tudo sobre a grande decisão da Copa do Brasil, que começa amanhã no, “cemitério do Horto”. Mas seria injustiça não falar do notável feito que os jogadores do nosso time B, com alguns juniores, realizaram ao vencer o Palmeiras em pleno Pacaembu, no sábado. A essa altura do Brasileirão, em que todo jogo é uma verdadeira decisão, essa vitória foi realmente espetacular. E não foi uma vitória por acaso ou um golpe de sorte. Pelo contrário, o Galo venceu por absoluta autoridade, porque jogou muito mesmo. Principalmente o garoto Dodô, que mandou no jogo e foi o autor do golaço que sacramentou essa importantíssima vitória. Que fase é essa do nosso Galão, hein, galera! Detonando quem vem pela frente, seja com titulares ou reservas. E amanhã EU ACREDITO que vai ser do mesmo jeito. Bica eles, Galo!

A voz Celeste

Saudações celestes, nação azul. Contra o Criciúma, mais três pontos, nenhuma surpresa nisso. Agora vamos ao que é mais importante: eu quero a bi-Tríplice Coroa, Cruzeiro, vamos pra cima do 6a1o no Independência (casa do América), vamos mostrar para o Brasil porque eles nos temem e tremem e que as derrotas deste ano foram por acaso do destino, fatalidade ou erros grotescos de arbitragem. Importante foi o título mineiro que conquistamos jogando no Horto e na Toca 3. Está chegando a hora, temos o melhor time do Brasil, somos o maior de Minas, seremos campeões e não se esqueçam. Quando levantarmos a taça da Copa do Brasil em cima dos ex-rivais, irei torcer para o São Paulo e os demais irem mal no Brasileirão, e assim o 6a1o ganhará a tri-vice coroa! A Raposa esta sedenta de mais glórias. Eles acreditam? EU TENHO CERTEZA! O tetra e o penta são nossos!

 

Avacoelhada

O rendimento do América caiu demais no segundo tempo contra o Icasa, e o time americano cedeu o empate para um adversário menos qualificado, mas bastante determinado. Pablo e Gilson diminuíram as ultrapassagens pelos lados, Tchô e Mancini repetiram a ineficiência da primeira etapa, e Andrei parou de fazer a transição. Sem a produtividade dos organizadores e o apoio dos laterais, Adalberto e Renato Santos foram os que mais acertaram passes e tiveram posse de bola. Renan Oliveira e Bruninho entraram no jogo, mas pouco acrescentaram. O desempenho de Bruninho está tão abaixo do esperado, que não justifica nem a presença do jogador entre os reservas. Em 13 jogos, o atacante fez uma assistência, duas finalizações erradas e nenhuma certa. A performance do contratado deve ser de alto aproveitamento a fim de justificar as seguidas escalações.

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