Jogadores apontam inteligência como fundamental para decisão no Horto

Raposa tentará quebrar o tabu de nunca ter vencido o rival na Arena Independência, após a reforma

iG Minas Gerais | BRUNO TRINDADE |

Zagueiro jogou pela última vez antes da parada para a Copa do Mundo, contra o Flamengo, na oitava rodada do Brasileiro
FERNANDA CARVALHO/O TEMPO
Zagueiro jogou pela última vez antes da parada para a Copa do Mundo, contra o Flamengo, na oitava rodada do Brasileiro

Inteligência. Essa foi a palavra mais utilizada durante as duas entrevistas coletivas realizadas na tarde desta segunda-feira, na Toca da Raposa, concedidas pelo zagueiro Bruno Rodrigo e pelo atacante Marcelo Moreno, para falar sobre a forma como o Cruzeiro terá que atuar na primeira partida da final da Copa do Brasil contra o Atlético, no Independência.

 

Os cruzeirenses ressaltaram a importância de atuar com uma estratégia bem definida para obter um bom resultado e decidir no Mineirão. “Será um jogo muito difícil, é um clássico, decisão de campeonato. As duas equipes têm méritos. Temos que jogar com inteligência no estádio do adversário, que tem um time muito forte e que pressiona muito quando jogam em casa. Mas nós temos que procurar impor o nosso futebol. Temos que usar como exemplo o jogo contra o Flamengo, no ano passado, pela Copa do Brasil, quando ficamos muito atrás e acabamos eliminados. Neste ano, contra o Santos, fizemos um jogo melhor, com uma postura diferente. É esperar um bom resultado para decidir em casa”, declarou o zagueiro Bruno Rodrigo

O atacante Marcelo Moreno também destaca a inteligência como fator principal para o primeiro duelo da decisão da Copa do Brasil, “É um clássico que qualquer jogador quer estar dentro do campo. Vamos tentar fazer um trabalho bem-feito para conseguir um resultado positivo. Mas sabendo que ainda tem jogo de volta no Mineirão, onde somos fortes e temos um aproveitamento muito bom. É tentar fazer um jogo inteligente contra o nosso rival, que conhecemos muito bem”, afirmou.

O boliviano disse que não tem favorito para a final e que o time celeste, ao longo da temporada, aprendeu a jogar competições de mata-mata. “Tudo pode acontecer. Clássico não tem favorito. Cada clássico tem uma história diferente. Vamos tentar fazer um jogo inteligente, maduro, como o time aprendeu neste ano, na Libertadores e na própria Copa do Brasil. O time tem que se doar ao máximo para conseguir um resultado favorável para o jogo de volta no Mineirão”, concluiu Moreno.

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