“Achei que era um seguro normal”

O vice-presidente do Sindiseg/MG/GO/MT/DF), Angelo Vargas Garcia, explica porque o seguro e a assistência não são a mesma coisa

iG Minas Gerais | Juliana Gontijo |

O técnico eletricista Daniel Alves da Silva comprou um seguro coletivo – com nome de assistência – , sem conhecer a diferença entre uma coisa e outra. “Achei que era um seguro normal”, conta. Seu carro foi roubado há mais de dois meses, e até hoje ele não recebeu o dinheiro do sinistro. Agora entrou na Justiça. Ele adquiriu um “seguro” da Trust Assistência, com unidades em dez Estados e no Distrito federal. “Hoje estou com um carro emprestado. Da próxima vez, vou procurar uma empresa mais conhecida”.  

O gerente do setor de sinistros da Trust, Carlos Heleno Martins, afirma que está claro no contrato que o seguro comercializado pela empresa é coletivo.

O vice-presidente do Sindiseg/MG/GO/MT/DF), Angelo Vargas Garcia, explica porque o seguro e a assistência não são a mesma coisa. “Na assistência, o grupo divide as despesas. Já no seguro tradicional, o risco passa para seguradora”, observa. O gerente da sucursal da Porto Seguro em Minas Gerais, Cristiano Maschio, frisa que as corretoras de seguro são fiscalizadas pela Susep, o que dá mais segurança. 

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