Passagem poderia ser menor

iG Minas Gerais | Helenice Laguardia |

Com um crescimento de 15% ao ano, nos últimos dois anos, o presidente da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, José Mario Caprioli, conta que a empresa também cresceu no número de funcionários. Há dois anos, eram 8.500, hoje são 10,5 mil empregados. Mas, sobre o preço da passagem, existe possibilidade de queimar gordura nos custos e baratear o bilhete? “Eu acho que sempre tem”, responde Caprioli. O executivo diz que, quanto mais as empresas ganham em volume de negócios, melhor elas diluem seus custos. “Mas eu acredito que a maior parte do trabalho que vem agora é na infraestrutura. Quanto melhor a infraestrutura, mais os aviões voam de maneira eficiente”, explica.  

Aí entra a parte governamental, e Caprioli diz que o dever de casa do próximo governo Dilma é o de suportar a onda de regionalização, por meio do investimento em aeroportos regionais. Para isso, ele confia na aprovação de uma medida provisória que vai permitir mudar o ambiente de negócios da aviação regional. “Se essas duas linhas forem aplicadas, a gente pode ver uma nova onda de crescimento no setor”. 

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