Casal é preso por torturar e matar criança de três anos nos EUA

"Num período de três dias, ele foi sistematicamente torturado e espancado até a morte", disse promotor do caso, segundo canal de tv americano

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

Scotty McMillan, de 3 anos, morreu depois de ser torturado pelo padrasto na Pensilvânia
Reprodução/ NBCphiladelphia
Scotty McMillan, de 3 anos, morreu depois de ser torturado pelo padrasto na Pensilvânia

O padrasto de um menino de três anos o torturou até a morte, amarrando-o de cabeça para baixo e batendo nele com um chicote, segundo relata o canal americano NBC da Filadélfia. A mãe do menino, Jillian Tait, de 31 anos, e seu namorado, Gary Fellenbaum, de 23 anos, foram indiciados pelo assassinato de Scotty McMillan, na Pensilvânia.

Segundo o promotor do condado de Chester, Thomas Hogan, foi uma "história de horror". Os enfermeiros do hospital para onde o menino foi levado chegaram a chorar ao vê-lo, disseram promotores.

"Num período de três dias, ele foi sistematicamente torturado e espancado até a morte", disse Hogan segundo a NBC. As torturas incluíam socos no rosto e no estômago, amarrar o menino de cabeça para baixo e prendê-lo a uma cadeira para espancá-lo.

Tait admitiu dar risada enquanto o namorado usava um chicote, uma frigideira e uma tira de alumínio para bater em Scotty. Seu irmão mais velho, de seis anos, também foi agredido. O casal e os filhos de Tait viviam desde outubro num trailer com a ex-mulher de Fellenbaum, Amber Fellenbaum, que ligou para a emergência na noite desta quinta-feira (6), quando o menino já estava desacordado.

Tait revelou à polícia que, naquela noite, após o menino ficar desacordado, eles lhe deram um banho de 30 minutos e, como ele permaneceu desmaiado, colocaram-no num colchão. Depois o casal foi comprar pizza para jantar, mas quando voltaram Scotty ainda estava desacordado. Eles então fizeram sexo e cochilaram.

Como Scotty ainda não respondia, Tait pediu que alguém ligasse para a emergência. Fellenbaum foi indiciado por 16 crimes e Tait por 15, incluindo homicídio. A ex-mulher de Fellenbaum também foi indiciada por não ter ajudado as crianças antes. O filho mais velho de Tait e a filha de 11 meses de Amber e Fellenbaum foram recolhidos pelos serviços sociais locais.

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