Torcida volta a enfrentar problemas com o Move e entrada no estádio

Confusão foi registrada já com a bola rolando. Acesso dos ônibus no entorno do Mineirão foi marcado pela demora

iG Minas Gerais | THIAGO NOGUEIRA E THIAGO PRATA |

Atleticanos ficaram revoltados com desordem para entrar no estádio
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Atleticanos ficaram revoltados com desordem para entrar no estádio

A partida entre Atlético e Flamengo já havia começado e ainda tinha gente tentando adentrar o Mineirão. E o aglomerado de pessoas gerou muita confusão, resultando em agressões físicas, gás de pimenta e sangue no chão.

 

Vários torcedores tentavam forçar uma entrada às pressas. Muitos deles sequer tinham ingressos em mãos e, mesmo assim, conseguiram pular as catracas. Alguns seguranças corriam atrás destes infratores, o que gerava bate-boca.

Muitos aficionados se debatiam, enquanto buscavam um espaço para adentrar às dependências do estádio. E, junto com a pressa e a falta de educação, se envolviam em agressões físicas. A Polícia Militar tentou coibir, jogando gás de pimenta nos mais exaltados e também naqueles que não tinham nada a ver com a história.

Em meio a este cenário, um senhor passou mal e foi carregado para fora do tumulto. Várias meninas estavam chorando, diante das brigas.

Alguns torcedores ainda chutaram as catracas. E perto delas, havia sangue no chão.

Problemas com o Move. A nova linha do Move não funcionou da maneira que foi planejada. Primeiramente, os ônibus não saíram de dez em dez minutos, como determinado pela BH Trans. A Polícia Militar preferiu fazer a escolta de dois em dois veículos, provocando demora excessiva e desagrado aos torcedores.

Do centro até a avenida Abrahão Caram, o Move gastou cerca de 15 minutos pela faixa exclusiva de ônibus, enquanto a pista lateral estava congestionada.

No entanto, ao chegar na entrada da Abrahão, era preciso que o Move utilizasse a pista dos carros. Por conta disto, os torcedores que deveriam desembarcar na porta do Mineirão, tiveram de descer na avenida Antônio Carlos e precisaram fazer o restante do trajeto a pé.

Estava precisa uma faixa exclusiva para que o Move subisse a Abrahão Caram, mas ela estava tomada por carros e a BH Trans não conseguiu controlar o fluxo.

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