Paulo Castellari

Presidente de Minério de Ferro Anglo American

iG Minas Gerais | Ana Paula Pedrosa |

Qual foi o maior desafio?  

A gente adquiriu esse projeto com uma série de legados e uma das tarefa de transformar com a bandeira da Anglo American, o que não é uma tarefa fácil, levando em consideração a abrangência e a complexidade do projeto. Mas, depois de uma trajetória bastante interessante, a gente está bem próximo de chegar lá.

Mas ainda há questionamentos, do Ministério Público, por exemplo.

Ainda há e a gente, sinceramente, acha que isso não vai mudar. Levando em consideração o tamanho do projeto, o impacto e o histórico, principalmente, a gente vai continuar a receber esses questionamentos. O que a gente espera é que a gente tenha a oportunidade de mostrar o que a gente faz. O órgão regulador não é o único que nos dá nossa licença de operação. A gente realmente acredita que quem nos dá a licença é a comunidade. É por isso que a gente quer trabalhar com todo mundo que está a nossa volta.

O que quer dizer colocar a bandeira da Anglo American no projeto?

As empresas trabalham de forma diferente. Não vou falar melhor, nem pior, diferentes. Quando a gente comprou o Minas-Rio foi muito diferente do que a gente pensou. Demoramos para entender o tamanho do problema, e para a gente se organizar e reagir.

O que era diferente do que a Anglo American imaginou?

É uma questão de filosofia de trabalho de cada empresa. Fizeram promessas, geraram expectativas que não poderiam ser cumpridas. 

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