PT defende dividir ônus da corrupção

Durante a reunião, houve cobranças para que o PT fosse mais atuante no combate à corrupção e que a sigla divida com aliados a responsabilidade pelos escândalos

iG Minas Gerais |

Brasília. Na primeira reunião após a reeleição da Dilma Rousseff, a Executiva Nacional do PT divulgou uma resolução defendendo que a legenda precisa ser mais proativa “no enfrentamento das acusações de corrupção”. O texto também sustenta que a petista se alinhe mais com partidos de esquerda.  

Os dois recados levam em consideração avaliações de petistas em relação aos eventuais efeitos da operação Lava Jato, da Polícia Federal. A operação investiga esquema de desvio de recursos na Petrobras que envolve partidos políticos da base governista (PT, PMDB, PP), construtoras e políticos.

Durante a reunião, houve cobranças para que o PT fosse mais atuante no combate à corrupção e que a sigla divida com aliados a responsabilidade pelos escândalos. Houve declarações duras de que o partido não pode mais deixar cair sobre seu colo a culpa por atos de aliados e que a aliança com o PMDB está fadada ao fim.

O documento ainda aponta como prioridade no Congresso temas espinhosos ao governo, como o fim do fator previdenciário, a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas, além da revisão da Lei da Anistia.

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