Apesar de oscilação, treinador está confiante em crescimento do MOC

Marcelinho Ramos gostou da atuação do time na partida contra o Sesi, na estreia pela Superliga. Time vai encarar o Sada Cruzeiro, neste sábado, em Contagem

iG Minas Gerais | DIEGO COSTA |

Marcelinho Ramos espera que sua presença surta efeito imediato
FERNANDO POTRICK
Marcelinho Ramos espera que sua presença surta efeito imediato

O início da Superliga Masculina para o Montes Claros Vôlei já o colocou frente a frente com os dois finalistas da temporada passada. Na estreia, acabou sendo derrotado para o Sesi-SP, atual vice-campeão, por 3 sets a 1. Neste sábado, na segunda rodada, o desafio será com o detentor do título, o Sada Cruzeiro, no Ginásio do Riacho, em Contagem, às 17h. 

Com pouco menos de um mês de trabalho à frente do MOC, o técnico Marcelinho Ramos está confiante na evolução da equipe ao longo da disputa. 

"A gente ainda está na busca pelo padrão de jogo. Agora estamos tendo uma condição física um pouco melhor. Entramos na quarta semana de trabalho. A equipe vem tendo um rendimento muito bom. Ainda oscila na definição do set, mas é normal pelo início do trabalho. O desafio é que a oscilação diminua. A gente sabe da dificuldade de encarar o Sada Cruzeiro, mas temos que buscar a vitória", disse Marcelinho. 

Apesar da derrota em casa na estreia da competição nacional, o treinador elogiou a postura do grupo. 

"Eu fiquei muito satisfeito com o nível de desempenho que tivemos. Acho que os dois jogos com o Sada (pelo Campeonato Mineiro) e o jogo com o Sesi-SP (pela Superliga) nivelaram o nosso nível, já que não tivemos tempo para se preparar. Eu fiquei muito feliz com o nível de desempenho que tivemos. É tentar fazer algo para não oscilar mais, mas é normal, é apenas o início", destacou. 

Após enfrentar Sesi-SP e Sada Cruzeiro, o MOC joga contra o São José dos Campos-SP e o Taubaté-Funvic-SP, adversários que podem dar menos trabalho. No entanto, Marcelinho prefere adotar um discurso cauteloso. Ele afirma que o time só pensa no próximo compromisso, diante do Sada. 

"Dentro das equipes que trabalhei, não gosto muito de fazer projeção. A gente trabalha com um elenco reduzido, e pode ter algum problema, algo pode prejudicar esses planos. Eu gosto de trabalhar a cada jogo, buscando dar o nosso melhor. Prefiro não criar esse tipo de expectativa, a Superliga é um campeonato muito difícil", concluiu. 

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