A voz Celeste

iG Minas Gerais |

Saudações celestes, nação azul. Vou voltar alguns anos, começando por 1966, ano em que o maior de Minas massacrou o Santos de Pelé. Apesar da nossa Tríplice Coroa e do bicampeonato nacional em 2003, muitos rivais ainda falam que a Taça Brasil não vale como Brasileiro. Hilário, não? E nos anos 90? Desvalorizavam a Copa do Brasil. Recopa, então? Não significava nada, e a Libertadores não era contada. Estranho como as coisas mudaram. A matemática é estranha, pois eles acham que um vale mais que dois. Para cada torneio conquistado pelo rival, o Cruzeiro já tem ou conquistou mais que eles. Estão atrasados, não? Também já ouvi por aí que a Taça Brasil de 66 e a Liberta de 97 foram fáceis. Por que não ganharam primeiro então? Quem tem títulos tem história e tem tradição. Enquanto isso, os outros correm atrás! Cada um com a sua grandeza!  

A voz da Massa Saudações alvinegras! Uma divergência de opiniões está “rolando” entre os torcedores acerca da decisão da diretoria de reintegrar o centroavante Jô ao elenco do Galo. Uns acham que ele não tem mais clima entre os colegas do time e deveria sair definitivamente. Outros defendem a sua permanência, pelo fato de ele ter sido o artilheiro da nossa maior conquista, a Libertadores, no ano passado. No começo, eu também fui a favor da saída de Jô, por achar que o ambiente ficaria ruim para ele no time. Mas o próprio Levir já disse que os boleiros gostam de Jô e que não vê esse problema. Sendo assim, vale dar mais uma chance ao rapaz, desde que, claro, ele volte à boa fase de artilheiro. Todo mundo tem o direito de errar e o dever de consertar. O talento de Jô é inegável, mas é bom deixar bem claro que, se vacilar de novo, a Massa não vai mais perdoar.  

Avacoelhada A formação do conselho deliberativo para os próximos três anos vai ser definida hoje, na sede do Coelhão, no Boulevard Shopping. Glauco e Ricardo Brasília registraram a chapa “Um Novo América”, mas desistiram de concorrer. Brasília, um dos fundadores da Una, seria a presença de um componente de torcida organizada, na função de vice-presidente. Elisete, a Lili da Avacoelhada, Luis Roberto, o Braulinho da Koelhomania, e Carlos Paiva, da Coelhões da Elite, são antigos participantes do conselho. Apesar de ter sido pouco divulgado, o sócio-torcedor Onda Verde, adimplente há mais de dois anos, tem o direito de participar das assembleias e votar, inclusive quando houver eleição para a escolha dos novos membros do conselho deliberativo. Falta definir a situação do sócio-torcedor, que ainda não completou o período de dois anos de associação.

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