Wagner: ‘Não é hora de inventar’

O governador também desconversou sobre sua possível ida para a Casa Civil

iG Minas Gerais |

Força. “Eleição é assim, ganha quem tem a maioria. Não tem essa de Brasil dividido”, diz Wagner
Carol Garcia/GOVBA
Força. “Eleição é assim, ganha quem tem a maioria. Não tem essa de Brasil dividido”, diz Wagner

SALVADOR. Cotado para assumir um ministério no segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, entre eles o da Fazenda, o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), disse nesta quarta que não é hora de inventar na escolha de titulares para a pasta.  

“Não tem chance de eu ir para a Fazenda, não porque não me orgulharia. Dilma sabe que tem que ter muita naturalidade na escolha das pessoas. Portanto, encaixar em cada local quem é naturalmente encaixável. Não é hora de inventar”, afirmou Jaques Wagner.

O petista descartou que possa assumir a Fazenda e disse que o cenário de 2003, quando o então presidente Lula indicou o médico Antonio Palocci (PT) para a Fazenda, era diferente. Wagner fez carreira política no sindicalismo. Cursou engenharia, mas não se formou.

O governador também desconversou sobre sua possível ida para a Casa Civil. “Também não. Eu acho que o Mercadante está muito bem colocado lá e fez um belo trabalho na campanha”, disse.

CONVERSA. A presidente Dilma Rousseff abriu nesta quarta a temporada de conversas com partidos da base de sustentação no Congresso sobre a reforma política e acenou para a montagem do Ministério no segundo mandato.

Antes de embarcar para a Base Naval de Aratu, na Bahia, Dilma se reuniu com dirigentes do PP, no Palácio do Planalto, e depois do PR, no Alvorada. Ela avisou que, quando retornar da viagem de descanso, ouvirá todos os aliados para compor a equipe ministerial que atuará a partir de 2015.

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