Após pressão por golpe, Clube Militar diz que 'maioria decidiu'

Internautas pressionam Exército por ação, mas oficiais da reserva descartam: 'É a regra'

iG Minas Gerais | Da Redação |

Clube Militar defende o respeito ao resultado das urnas
Reprodução/Site Clube Militar
Clube Militar defende o respeito ao resultado das urnas
Após centenas de mensagens povoarem as redes sociais do Exército pedindo uma intervenção armada que contivesse a vitória da presidente Dilma Rousseff (PT) (clique aqui para ler), o Clube Militar, tradicional instituição formada por oficiais da reserva defendeu a democracia, destacando que "a maioria decidiu". O Clube Militar, que demonstrou posições favoráveis a Marina Silva (PSB) e a Aécio (PSDB), achava que o tucano afastaria o país "de uma possível mudança de regime que nos colocaria à margem da democracia” e interromperia “o projeto de poder representado pelo PT, em marcha acelerada para a sovietização do país”. Agora, no entanto, realçou o respeito ao resultado definido pela população.   Veja a nota:   "Perder nunca é um fato facilmente aceitável, mas faz parte do jogo e da vida. Derrotar-se é que não é aceitável. O Brasil é nosso. A Democracia, caminho que defendemos ardorosamente, estabelece isso. A maioria decidiu. Não interessa que não seja a nossa opção. É a regra. Assim devemos exercer a nossa cidadania, exigindo do Governo a postura que consideramos correta, a transparência que até hoje foi sonegada, a competência que o País necessita, enfim, vamos fiscalizar. Temos um Congresso e outras Instituições. Não vamos baixar a cabeça. Vamos continuar lutando pelo Brasil, cada um fazendo a sua parte. Um Sócio Ilustre"  

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