Cartilha aplicada por Dunga na seleção repercute no Atlético

Diferentemente do estilo 'militar' do treinador da seleção, Levir Culpi prega política diferente, mas respeita o colega de trabalho

iG Minas Gerais | JOSIAS PEREIRA |

Levir quer colocar sua cara no time e explorar o máximo do potencial dos jogadores
BRUNO CANTINI/ATLÉTICO
Levir quer colocar sua cara no time e explorar o máximo do potencial dos jogadores

Dois estilos completamente opostos de comando. Enquanto Dunga dirige a seleção com requintes de treinamento militar e um culto ao ideal patriótico, Levir Culpi comanda o Atlético com serenidade e alguns conceitos um tanto que modernos para o padrão brasileiro. O fim da concentração é um exemplo disto. 

Nesta semana, a polêmica da vez foi a cartilha estabelecida pela comissão técnica da seleção impondo aos jogadores regras de conduta, entre elas normas ao não uso de brincos, bonés, chinelos, a proibição de manifestações religiosas e até mesmo a obrigatoriedade de só se levantar da mesa nas refeições após o capitão.

O assunto repercutiu em todo o Brasil, e é claro que o Atlético não poderia ficar fora disto. Questionado sobre o fato, o técnico Levir Culpi não quis polemizar, mas deixou claro sua discordância com certas regras que não precisariam ser impostas, ainda mais se tratando de atletas profissionais.

"É dificil dar uma opinião sobre isto, eles querem algumas normas. Eu, particularmente, não faria a mesma coisa, mas não posso condenar um tomada de posição. Deve existir o comando da seleção. Mas, não sei, estamos em 2014 e algumas coisas são irrelevantes, não quero discutir este assunto embora não concorde", sentenciou Levir. 

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