Sabrina Sato celebra seis meses de atração

Destaque nas noites de sábado da Record, apresentadora ressalta evolução; além de ter abandonado o ponto eletrônico, a forma acelerada da fala também mudou

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |


Sabrina é só alegrias ao falar de seu programa na Rede Record
Divulgação/Record
Sabrina é só alegrias ao falar de seu programa na Rede Record

Nos últimos seis meses, Sabrina Sato tem encarado uma rotina agitada no comando do “Programa da Sabrina” (Record). Sucesso nas noites de sábado, a atração ocupa a vice-liderança de audiência, com média de 7 pontos, segundo o Ibope. “Toda semana, quando termino de gravar no estúdio, volto para casa elétrica e fico sem sono de tanta felicidade. Eu me divirto muito fazendo o meu programa. Sinto realmente que estou evoluindo a cada semana”, comenta Sabrina.

Tarefa cumprida por uma semana, Sabrina já se prepara para a próxima e comemora o fato de ter conquistado credibilidade junto aos artistas que vão ao programa. “Tínhamos dificuldades de conseguir convidados no início. Muitas gravadoras não liberavam o artista. Hoje, elas já confiam no programa”, conta ela, que já recebeu nomes como Thiaguinho, Victor & Leo e Zezé Di Camargo & Luciano. “Sou muito fã do Zezé e do Luciano. Foi uma realização tê-los no palco”, comemora.

Longe da trupe do “Pânico”, onde esteve por dez anos, Sabrina apostou no seu jeito espontâneo para driblar as críticas em sua estreia como apresentadora solo. “Entendo que as pessoas tenham dúvidas sobre o meu potencial ou se o programa vai dar certo ou não e acho isso muito natural. Eu não quero esconder meus erros, eu divido eles com as pessoas”, fala. “Sou uma eterna aprendiz, tenho essa coisa de querer ouvir sempre, ouvir as críticas. Sei que é assim que a gente aprende”, complementa Sabrina.

Ao longo desses meses, Sabrina conta que também evoluiu tecnicamente. Além de ter abandonado o ponto eletrônico, a forma acelerada com que fala também mudou. “Eu usava o ponto, pois não sabia para qual câmera olhar e em qual momento olhar, e eu ficava fazendo cara de quem estava ouvindo o diretor”, recorda.

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