Ecclestone dá OK e Caterham deve perder GP dos EUA e do Brasil

A crise no time estourou na quarta-feira, quando a fábrica da equipe, em Leafield, na Inglaterra, foi trancada

iG Minas Gerais | FOLHAPRESS |

Com a fábrica fechada, o time corre o risco de não conseguir enviar os carros a tempo para Austin
Divulgação/ Facebook Caterham
Com a fábrica fechada, o time corre o risco de não conseguir enviar os carros a tempo para Austin

A Caterham recebeu autorização de Bernie Ecclestone, detentor dos direitos comerciais da F-1, para ficar fora das próximas duas etapas do Mundial, o GP dos EUA, no dia 3, e o GP Brasil, na semana seguinte, por conta da crise que estourou na equipe nesta semana. Os administradores que estão comandando a equipe afirmaram nesta sexta-feira (24) que o foco deles no momento é achar um novo comprador para o time. A Caterham foi vendida por Tony Fernandes para o Consórcio Engavest no meio do ano, mas o negócio não chegou a ser concluído como foi revelado nesta semana após uma série de comunicados distribuídos à imprensa pelas duas partes. Nesta sexta-feira, a Engavest declarou que estava saindo do negócio e os administradores Smith & Williamson assumiram o controle da equipe, que deveria despachar neste sábado seus carros para Austin para a corrida nos EUA. "Numa conversa com o senhor Ecclestone, ele concordou em apoiar os administradores em seu desejo de vender a equipe para tentar assegurar seu futuro. Ele também concordou em dispensar a Caterham dos GPs dos EUA e do Brasil, mas disse esperar que o novo comprador tenha condições de fazer com que o time corra em Abu Dhabi", afirmou Smith & Williamson em comunicado. De acordo com os administradores, há vários potenciais compradores já em conversas com ele e a idéia e tentar fechar negócio nas próximas semanas. A crise no time estourou na quarta-feira, quando a fábrica da equipe, em Leafield, na Inglaterra, foi trancada pelos administradores que recentemente tomaram controle do time. Os problemas judiciais da Caterham tiveram início depois que 28 ex-funcionários do time entraram na justiça após serem demitidos pelos novos proprietários do time. Em junho, a equipe foi vendida por Fernandes para o Consórcio Engavest, uma parceria entre empresas da Suíça e do Oriente Médio.

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