A voz Celeste

iG Minas Gerais |

Saudações celestes, nação azul. Nos últimos dias tenho visto uma preocupação de uma parte considerável da torcida sobre uma possível saída do nosso diretor de futebol, Alexandre Mattos. A informação que surgiu foi que ele estaria indo para o Flamengo no ano que vem. Óbvio, dentro do futebol tudo pode acontecer. Porém, tenho algumas informações de que o planejamento do Cruzeiro para 2015 já está a todo vapor. Certamente que não coloco minha mão no fogo por ninguém no que se refere a futebol, entretanto, vamos combinar, trocar um clube como o Cruzeiro pelo Flamengo? O futebol carioca anda numa fase terrível, e aqui Mattos está no segundo ano de excelência em seu trabalho e ainda tem a possibilidade concreta de fazer a próxima temporada também ser inesquecível. O assédio é normal pelo trabalho magnífico que faz, e para mim não passa disso.

Avacoelhada

O Coelhão demonstrou bastante determinação, lampejos de criatividade e eficiência nas finalizações, na vitória sobre o Oeste. No primeiro tempo, o time americano avançou mais vezes, principalmente pelo lado direito, com Pablo e Willians. Porém, Pablo errou muitos cruzamentos, Raul e Gilson apareceram pouco na parte ofensiva pelo lado esquerdo, e foram poucas jogadas construídas. O gol saiu por meio de um chute de longa distância de Tchô. Na segunda etapa, Gilson organizou a jogada para o gol de Willians. Aliás, Gilson, centralizado, é mais produtivo do que aberto pelas beiradas. Destaque para o oportunismo de Willians, que teve o esforço recompensado pelos dois gols marcados. Apesar do comprometimento tático na dupla função de defender e atacar, o meia-atacante deveria ser mais agudo a fim de aumentar o poder ofensivo.

A voz da Massa

Saudações alvinegras! O sentimento de um empate com sabor de derrota é o que ficou depois do jogo com o Bahia. O Galo só teve esse resultado porque foi um time displicente, tanto na marcação quanto nas finalizações. Era nítido que os baianos só tinham uma jogada, o lançamento nas costas de Marcos Rocha, e ainda assim nosso time não neutralizou o ataque deles, que acabaram conseguindo o gol numa jogada dessas. O Galo deveria ter concentrado mais marcação na lateral direita, deslocando Josué para auxiliar ali, mas deixou correr solto e acabou pagando por isso.  Quanto às finalizações, poderia ter matado logo o jogo, se não tivesse perdido pelo menos três chances claras de gol. Até Tardelli se deu ao luxo de finalizar para fora! Enfim, deixamos escapar dois pontos e a vice-liderança. A esta altura do Brasileirão, um erro desses pode sair muito caro. 

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