Pagodes de Jô tiram sossego de vizinhos e viram caso de polícia

Moradores de um condomínio no bairro Paquetá, em BH, registraram boletins de ocorrência por festas na casa do atacante

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

O atacante Jô virou alvo de mais polêmica e, dessa vez, não foi a falta de gols o destaque negativo sobre o jogador do Atlético. Morador de um condomínio de casas no bairro Paquetá, na região da Pampulha, em Belo Horizonte, o centroavante do Galo tem tirado o sossego dos vizinhos com suas festas de arromba. O som alto até "altas horas da noite" e por vários dias consecutivos são reclamações daqueles que moram em residências próximas à casa do atleticano.

"Na época em que o Jô era casado, ele também fazia festas. Eu passava a noite em claro, mas era com menos frequencia. Depois que ele se separou da esposa aqui (condomínio) virou um inferno, uma bagunça. Não temos mais sossego e não estou aguentando mais ficar aqui. As festas começam na noite de sexta-feira e só terminam bem na madrugada do domingo", reclama uma moradora que se identificou apenas como Ronara. 

Morando há quase um ano no condomínio, Jô, segundo os próprios vizinhos, era bem mais recatado quando sua esposa morava com ele. "Aqui era um sossego. O antigo morador ficou quase três anos e fez uma festa apenas. Com o Jô é diferente. Se fosse uma festinha tranquila, tudo bem. Mas é uma orgia, começam e não param. Tem outro jogador envolvido também. Quando a festa não é no Jô é na casa desse outro, um tal de Rafael Carioca", conta a esposa do responsável por registrar dois boletins de ocorrência sobre perturbação do sossego.

Outro morador do mesmo condomínio de Jô também acionou os militares recentemente e aumentou o coro de reclamações sobre as festanças do atacante. "A janela do quarto do meu filho dá para o fundo da casa do Jô. Ninguém consegue dormir. O vizinho de parede ainda passa situação pior do que a minha. Ele e o Rafael (Carioca) são problemáticos. Aqui no condomínio moram outros jogadores, como Ricardo Goulart e Everton Ribeiro (Cruzeiro). Esses são bem tranquilos, não fazem nada", conta Leonardo Machado, de 40 anos. 

 

 

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