Algoz na decisão, Paineiras-SP vive realidade distinta

iG Minas Gerais |

Na final do Campeonato Brasileiro da Terceira Divisão, a derrota do AMDA Superar para o Paineiras-SP impediu o ouro. O encontro com o adversário deixou claro que alcançar um outro degrau é possível. “Eles possuem patrocínios e têm um suporte e estrutura bem diferentes do nosso. Três dos jogadores do time deles também fazem parte da seleção brasileira”, lembra Adalberto Maia, central do time mineiro.

A coordenadora da equipe, Carla Macedo, que também é árbitra da Federação Mineira de Vôlei (FMV), mostra que a realidade paulista é distinta, mas não inalcançável. “Os jogadores do Paineiras recebem até salários. Eles têm apoio financeiro do empresariado local, algo que em Minas Gerais não é fácil. Aqui no Estado a mentalidade parece ser outra, mais fechada”, declara.

POR POUCO. O time da AMDA ficou próximo de um acordo com o UNI-BH, que lhe traria diversos benefícios. “Recebemos uma proposta, em que os atletas receberiam salários. Além disso, eles disponibilizariam a quadra para os nossos treinos, assim como material, além de um estagiário para nos ajudar como fosse preciso. No entanto, a instituição acabou desistindo da parceria, que ficou pelo caminho”, lamenta.

Criado em março de 2013, o time da AMDA começou com a presença de apenas quatro atletas. Aos poucos, os interessados foram chegando e formando um elenco de 12 jogadores. “O boca a boca fez a diferença”, justifica Carla. (DO)

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